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Polícia Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2022, 14:34 - A | A

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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2022, 14h:34 - A | A

OPERAÇÃO MAMOM

Polícia Civil investiga suspeitos que se passavam por funcionários da Seduc

Na operação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão domiciliares e três pessoas foram presas por mandado de prisão preventiva.

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, cumpriu 10 ordens judiciais entre mandados de prisão e busca e apreensão, na 'Operação Mamom', deflagrada na terça-feira (13), contra suspeitos de se passarem por funcionários da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para oferecerem falsas vagas de emprego.

Na operação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão domiciliares e três pessoas foram presas por mandado de prisão preventiva.

Segundo o delegado Alexandre da Silva Nazareth, os suspeitos ofereciam falsas vagas de emprego em diversas áreas, como professores, monitores, segurança, bibliotecários, entre outros. Aproximadamente 50 pessoas foram vítimas do golpe.

A investigação iniciou em março de 2022, identificando o alvo principal, que se passava por coordenador da Seduc e se apresentava nas reuniões de arregimentação de novas vítimas acompanhado de um suposto motorista, um suposto segurança, uma suposta secretária.

Para aplicar o golpe, os suspeitos cobravam uma tarifa admissional de aproximadamente R$ 200 de cada vítima pelas vagas, que supostamente seriam em escolas estaduais de Mato Grosso, inclusive no interior. O suposto exame admissional (exame de sangue) era realizado em um laboratório de Cuiabá.

Com a identificação dos envolvidos, foi representando pelos mandados de busca e apreensão e de prisão contra os suspeitos, que foram deferidas pela Justiça e cumpridas na terça-feira (13). Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares dos investigados, documentos pessoais das vítimas e suposta ficha de inscrição.

“Com a apreensão dos celulares e documentos será possível coletar novas e mais provas contra os investigados que poderão tornar a investigação mais robusta, assim como identificar outros envolvidos nos crimes”, disse o delegado.

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