O aumento sazonal do consumo de peixes é praxe na Semana Santa, assim, ações de combate a cargas de pescado irregulares estão sendo realizadas nas rodovias federais e estaduais em todo estado. Cargas sem registro sanitário ou certificação do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) serão apreendidas e destruídas.
O combate à clandestinidade será realizado por meio de vistorias em veículos com carga que transitam pelas estradas. A operação é realizada pelo Indea em conjunto com a Polícia Militar e decreta tolerância zero aos pescados sem documentação, já que representam risco imediato à saúde pública por falta de controle de contaminação.
Um Estudo da Embrapa, publicado na semana passada (24), identificou Salmonella em viveiros de peixes nativos no Centro-Oeste: 88% das propriedades e 31,5% das amostras em Mato Grosso estavam contaminadas. A pesquisa visou justamente à área de produção, é necessário um rigoroso processo de higiene e controle de temperatura para evitar a proliferação do patógeno. Tipos associados a surtos humanos graves não foram encontrados.
“Há controles sanitários e o processo industrial e o cozimento adequado podem reduzir ou eliminar o risco” afirmou Fabíola Fogaça, coordenadora da pesquisa. Mesmo assim, a segurança final do peixe depende do armazenamento adequado e preparo correto pelo consumidor.
As autoridades do Indea reforçam a necessidade da população em auxiliar na fiscalização e comprar apenas peixes em locais que garantam a procedência e o selo de inspeção, assegurando que o produto passou por todas as etapas sanitárias exigidas e garantindo também a própria segurança alimentar.
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