Detalhes brutais do assassinato da empresária Nilza Moura de Souza Antunes, de 64 anos, foram revelados pela Polícia Civil durante as investigações do caso em Cuiabá. Em relato à imprensa, a delegada Eliane Moraes, titular da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes, afirmou que a vítima foi morta por estrangulamento com abraçadeiras de nylon, conhecidas como “enforca-gato”.
Segundo a delegada, o corpo estava envolvido pelo material não apenas no pescoço, mas também nas mãos e nos pés, indicando que a empresária foi imobilizada antes de ser assassinada.
O autor do crime que é o próprio marido da vítima, Jackson Pinto da Silva, que confessou o homicídio nesta terça-feira (5) e levou os policiais até o local onde havia enterrado o corpo, em uma cova profunda no quintal de uma residência no bairro Parque Cuiabá.
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A delegada teve papel direto na prisão do suspeito após ele procurar a Delegacia de Estelionato alegando ser vítima de extorsão, numa tentativa de despistar a investigação e criar uma falsa versão dos fatos. A atitude levantou suspeitas e contribuiu para o avanço das apurações que resultaram na descoberta do crime.
O corpo de Nilza foi retirado com auxílio de um trator e encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Em seguida, foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exame de necropsia.
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Após ser ouvido, o suspeito será encaminhado à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e, posteriormente, ao Fórum de Cuiabá, onde passará por audiência de custódia. A expectativa é que a prisão em flagrante seja convertida em preventiva.
O caso segue sob investigação.
Com informações do Olhar Direto
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