Um homem de 49 anos de idade foi preso pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (14), na zona rural de Jangada (75 km de Cuiabá), acusado de espancar e estuprar a enteada, uma menina de apenas sete anos. A barbárie foi descoberta após funcionários da escola onde a criança estuda notarem as marcas de violência e acionarem o Conselho Tutelar.
De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, a PM foi acionada por conselheiros tutelares que estavam acompanhados da mãe da vítima. A criança apresentava “inúmeras marcas por todo o corpo”, resultado de uma sessão de espancamento ocorrida na noite de terça-feira (13).
Em diligência, os policiais localizaram o suspeito em uma chácara onde ele trabalhava como caseiro. No momento da prisão, o homem negou ser o autor dos crimes e resistiu, sendo necessário o uso de força moderada e algemas. Ele sofreu escoriações pelo corpo durante a imobilização.
Enquanto a equipe realizava a prisão, uma guarnição de apoio precisou levar a criança ao Pronto-Socorro Municipal, pois ela apresentava febre e fortes dores pelo corpo. O caso, que inicialmente era tratado como lesão corporal, tomou um rumo ainda mais estarrecedor durante o atendimento médico.
ABUSO SEXUAL
Ao examinar a vítima, a médica de plantão constatou que, além das agressões físicas visíveis, a menina foi abusada sexualmente por diversas vezes. O laudo médico inicial, anexado ao B.O., relata lesões nas genitais e o rompimento do hímen da criança.
Em conversa com os agentes, a mãe da vítima confirmou que o padrasto havia espancado sua filha. Questionada sobre sua omissão, a mulher relatou que presenciou a violência, mas não interveio por medo dele.
ENCAMINHAMENTO
Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Rosário Oeste, onde o caso foi registrado pelos crimes de lesão corporal e estupro de vulnerável. O boletim foi editado para incluir o requerimento de exame de corpo de delito tanto para a vítima quanto para o suspeito (devido à resistência). O Conselho Tutelar acompanha o caso para as medidas de proteção à criança.
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