Um homem e uma mulher, ambos de 41 anos, foram presos na tarde desta segunda-feira (18), no Loteamento Madras, na entrada de Pontal do Araguaia (521 km de Cuiabá), transportando uma carga de medicamentos importados proibidos pela Anvisa e diversos produtos de contrabando, incluindo Mounjaro. A prisão ocorreu durante a Operação Protetor de Fronteiras, após a equipe policial ser alertada de que um veículo Toyota Corolla trafegava em alta velocidade vindo da região de fronteira com o Paraguai.
Durante a abordagem, os militares localizaram um compartimento refrigerado repleto de peptídeos e hormônios de comercialização vedada no Brasil, além de pacotes de perfumes, bolsas e bebidas estrangeiras sem a devida documentação fiscal.
A ação teve início após o veículo passar pela cidade de Torixoréu (572 km de Cuiabá) em velocidade muito acima da permitida, com sentido a Barra do Garças, despertando a suspeita das autoridades de segurança. De posse das características do automóvel, os policiais de Pontal do Araguaia iniciaram o monitoramento na rodovia e interceptaram o casal na altura do loteamento.
Ao solicitarem o desembarque dos ocupantes, os policiais visualizaram uma grande quantidade de sacolas no banco traseiro, o que motivou uma vistoria minuciosa no interior do Corolla. No compartimento refrigerado montado no carro, foram apreendidos R$ 1.673,50 em espécie, um caderno de anotações e dezenas de frascos e canetas de substâncias de alto custo utilizadas para fins estéticos e de emagrecimento, como Mounjaro, Tirzepatide, Retatrutide, Tesamorelim e Glow GHK-Cu.
De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Anvisa, a entrada e comércio desses produtos são proibidos em território nacional sem o registro sanitário competente. Além dos medicamentos escondidos nas caixas térmicas, o porta-malas do veículo carregava lotes de mercadorias importadas destinadas ao comércio ilegal.
O casal foi conduzido à Central de Flagrantes para a confecção do boletim de ocorrência e, em seguida, os suspeitos e o veículo foram transferidos para a Delegacia da Polícia Federal, autoridade competente para investigar os crimes de contrabando e descaminho. Os militares informaram que a detenção foi realizada sem o uso de algemas e que foi garantido aos envolvidos o direito de utilizar o banheiro, receber água e efetuar contato com familiares para informar sobre a prisão jurídica.
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