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Polícia Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 17:18 - A | A

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Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 17h:18 - A | A

“CONDENAÇÃO EXEMPLAR”

Associação cobra resposta rápida da Justiça após prisão do assassino do sargento: “Ataque direto ao Estado”

Presidente da ACS-MT defende condenação exemplar e transferência imediata do acusado para Mato Grosso.

APARECIDO CARMO
Da Redação

O presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (ACS-MT), sargento Laudicério Machado, cobrou uma resposta rápida do Poder Judiciário após a prisão do assassino do sargento Odenil Alves Pedroso. Raffael Amorim de Brito foi preso na quarta-feira (7), em operação conjunta das forças de segurança de Mato Grosso e do Rio de Janeiro.

Ainda na quarta-feira, a equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pediu à Justiça fluminense que o acusado seja trazido para Mato Grosso. O secretário de Segurança Pública, César Roveri, disse que ele deverá ficar na ala de segurança máxima da Penitenciária Central do Estado (PCE).

“Esperamos que ele seja imediatamente recambiado para Mato Grosso e que o Judiciário atue com rigor. Crimes praticados contra policiais em serviço precisam receber resposta rápida e contundente do Estado”, disse Laudicério Machado.

O presidente da associação disse, ainda, que o assassinato de Odenil Alves Pedroso foi um ataque direto ao Estado, à Polícia Militar e aos policiais militares.

“O assassinato do sargento Odenil não pode ser tratado como apenas mais um número nas estatísticas da violência. Foi um ataque direto ao Estado, à Polícia Militar e a todos os homens e mulheres que vestem a farda e saem de casa sem a certeza de voltar. A prisão do acusado demonstra que a impunidade não prevaleceu, mas a sociedade precisa compreender que justiça só se completa com condenação firme e exemplar. Nada trará o Odenil de volta, mas permitir que o autor desse crime fique impune seria uma segunda violência contra sua família e contra a própria instituição”, afirmou o presidente.

Em material distribuído à imprensa, a associação destaca que a morte de Odenil evidencia a vulnerabilidade a que estão submetidos os profissionais da segurança pública. Lembrou, ainda, que o militar foi morto em contraturno, quando atuava como guarda na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Morada do Ouro.

LEIA MAIS: Assassino de sargento foi rendido em Corolla e sorriu ao deixar camburão da PM

O ASSASSINATO DO SARGENTO

Na noite de 28 de maio de 2024, o sargento realizava serviço extra nas proximidades da unidade de saúde quando foi atingido por disparos efetuados por um homem em uma motocicleta. Após os tiros, o autor fugiu levando a arma do policial.

Odenil foi socorrido em estado grave, encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá e submetido a cirurgia, mas não resistiu. Ele integrava o 3º Batalhão da PM desde 1998.

A Polícia Civil investiga se a execução teria sido motivada por vingança. Uma das linhas apuradas relaciona o assassinato ao confronto ocorrido dois dias antes, em 26 de maio, quando Micael Oliveira Medeiros, de 25 anos, morreu em troca de tiros com a PM.

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