"Não queremos, não precisamos e não faremos negócios com a Anthropic novamente", disse Trump em postagem na Truth Social. "Nós decidimos o futuro do nosso país, não uma empresa de IA da esquerda radical".
O chefe da Casa Branca também ameaçou a Anthropic ao afirmar que a empresa deveria seguir as diretrizes do governo nos próximos meses ou ele "usaria seu poder para forçá-los" a isso, sob risco de consequências "criminais e civis". A postagem do presidente recebeu o endosso do secretário de Guerra, Pete Hegseth, que em publicação no X agradeceu Trump e ironicamente "encaminhou" a mensagem aos perfis da Anthropic e do CEO da empresa, Dario Amodei.
Os comentários de Trump são uma resposta às declarações de Amodei, que rejeitou na noite de quinta-feira um ultimato do Pentágono para que atendesse suas exigências. O empresário alegou que o governo americano desejava a remoção de proteções que impedem o uso militar para vigilância em massa e desenvolvimento de armas autônomas.
Em sua publicação, Trump acrescentou uma série de ofensas à Anthropic e seus funcionários, afirmando que seu "egoísmo" estaria colocando "vidas americanas, tropas e segurança nacional" em "risco" e "perigo". "Fizeram um ERRO DESASTROSO ao tentar medir forças com o Departamento de Guerra e forçá-los a obedecer seus termos e serviços ao invés da Constituição", escreveu.
Nos últimos dias, o Pentágono conversou com gigantes do setor de defesa para avaliar a dependência delas ao software de IA da Anthropic e buscou empresas alternativas. De acordo com o The Wall Street Journal, o CEO da OpenAI, Sam Altman, informou aos funcionários na noite de quinta que sua empresa estava trabalhando com o Departamento de Defesa para verificar se seus modelos poderiam ser usados em ambientes confidenciais, mantendo as mesmas medidas de segurança que levaram a concorrente Anthropic ao impasse.
(Com Agência Estado)
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