Segundo a matéria, a Síria, sob o comando de seu novo presidente, Ahmed al-Sharaa, está se apresentando como um corredor terrestre relativamente estável para o transporte de energia e mercadorias, além de uma alternativa ao Estreito de Ormuz.
Governos internacionais e fornecedores de energia já estão aderindo à iniciativa e, quando a Casa Branca divulgou o projeto do oleoduto junto a altas autoridades sírias e iraquianas, o enviado especial de Trump, Tom Barrack, afirmou que isso ajudaria a tornar Ormuz "uma questão secundária".
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o secretário de Energia, Chris Wright, minimizaram nesta semana a importância do Estreito, ao afirmarem que a via se tornará menos relevante com a construção de novos oleodutos e rotas alternativas.
(Com Agência Estado)
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