Rubio também destacou que a busca por interceptadores se tornou "a principal necessidade de defesa do planeta", com demanda simultânea de diversos países. Ele acrescentou que Washington precisa garantir primeiro os próprios níveis mínimos de prontidão e estoques antes de atender pedidos externos, embora tenha sustentado que os EUA seguem prestando assistência a Kiev "dentro dos limites" da disponibilidade.
Sobre a Venezuela, o secretário defendeu que o engajamento americano - incluindo um acordo ligado ao setor de petróleo - não contraria a meta de eleições democráticas. Rubio descreveu uma estratégia em três frentes: estabilização para evitar colapso e migração em massa; recuperação econômica; e transição democrática. Ele disse que a mudança política não se resume a "ter uma eleição amanhã", mas exige condições de credibilidade, como regras eleitorais confiáveis, liberdade de imprensa e espaço para organização da oposição. Rubio afirmou que novas rodadas de conversas, com facilitação dos EUA, devem ocorrer "em cerca de 10 dias".
Na frente comercial, Rubio atribuiu o impasse nas negociações com o Canadá a uma mudança de posição de Ottawa "no último minuto", depois de, segundo ele, os termos estarem praticamente acordados. O secretário afirmou que a condução técnica está a cargo do representante de Comércio, Jamieson Greer, e disse esperar que as partes retomem a base do entendimento anterior para evitar escalada de medidas de retaliação.
Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
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