Segundo Trump, Noem deixará o comando do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) para atuar como enviada especial do "Escudo das Américas", descrito por ele como uma nova iniciativa de segurança para o Hemisfério Ocidental que será apresentada no sábado, em Doral, na Flórida. "Agradeço a Kristi por seu serviço no DHS", escreveu.
Ao comentar a nomeação, o presidente destacou a trajetória política de Mullin, que atuou por dez anos na Câmara dos Representantes antes de chegar ao Senado há três anos. "Markwayne fez um trabalho tremendo representando o maravilhoso povo de Oklahoma", afirmou Trump.
O presidente também ressaltou o perfil do senador dentro do movimento conservador. "Um guerreiro do MAGA Make America Great Again e ex-lutador profissional de MMA invicto, Markwayne realmente se dá bem com as pessoas e conhece a sabedoria e a coragem necessárias para avançar nossa agenda 'America First'", disse.
Trump acrescentou que Mullin "trabalhará incansavelmente para manter nossa fronteira segura, impedir que crimes de migrantes, assassinos e outros criminosos entrem ilegalmente em nosso país e acabar com o flagelo das drogas ilegais".
Noem se tornou uma das principais faces da política migratória de Trump, especialmente da campanha de deportações em massa promovida pelo governo e de violentas abordagens de agentes de Imigração e Alfândega (ICE) dos EUA. À frente do DHS, ganhou destaque ao conduzir operações de repressão à imigração irregular e ações de fiscalização amplamente divulgadas pela Casa Branca.
(Com Agência Estado)
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