A Rússia está enfrentando pressão econômica e política devido a meses de ataques ucranianos crescentes. Kiev tem usado drones de longo alcance desenvolvidos internamente para atingir instalações vitais de petróleo, desencadeando escassez de combustível e grandes centros comerciais.
As intenções do Kremlin com o decreto de Putin, anunciado na noite de segunda-feira, 24, não estão claras. No entanto, ele se aplica a vários setores, incluindo infraestrutura de energia e combustível, instalações industriais, de comunicações, transporte e logística.
O vice-primeiro-ministro Denis Manturov disse em um comunicado que o decreto não implica nacionalização de empresas ou mudança de propriedade - apenas "envolvimento do estado na gestão de uma empresa para resolver problemas específicos de segurança".
O analista político russo Abbas Gallyamov afirma que a medida pode ser um passo "tático" projetado para fazer com que os proprietários de refinarias danificadas realizem reparos que, de outra forma, poderiam evitar.
"Dado o fato de que a mesma refinaria já foi atingida de três a cinco vezes, é seguro supor que os proprietários agora estão relutantes em investir na restauração do que foi destruído", explicou ele no aplicativo de mensagens Telegram.
O governo está dando um ultimato às empresas, enfatiza Gallyamov: "Se você não financiar a restauração das refinarias, nós as tiraremos de você". Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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