Com afirmações generalizadas sobre um "alarmante aumento" da violência política por parte da esquerda, Rubio e outros funcionários pintaram um cenário sombrio do futuro caso não se derrote os "comunistas e marxistas" que perpetrariam esses supostos atos. Ele instou os presentes, em sua maioria de países europeus e latino-americanos, a se unirem para tratar do tema, que, segundo ele, tem sido um "ponto cego" da doutrina antiterrorista.
"Muitas pessoas em posições de poder têm repetidamente minimizado atos de violência e até de terrorismo como formas legítimas de expressão política, desde que servissem a uma causa de esquerda", disse Rubio em suas declarações de abertura. "Uma bomba colocada por um grupo neonazista é um ato nefasto e vil. É. Mas uma bomba colocada por um revolucionário marxista; bem, isso é apenas um excesso trágico de idealismo."
O presidente americano Donald Trump e seus aliados têm usado uma retórica dura contra a extrema esquerda durante a campanha para as eleições legislativas de novembro. Trump afirmou que a ala esquerdista em ascensão do Partido Democrata é formada por comunistas que querem "destruir completamente o modo de vida tradicional americano" e até participar de assassinatos.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, também apontou o comunismo como uma guinada política "algo que não vimos nos Estados Unidos". O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, denunciou "candidatos radicais" que seriam "marxistas autodeclarados, que se identificam como tais".
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
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