"Se as empresas e os compradores europeus decidirem, de repente, se reorientar e nos proporcionar uma cooperação sustentável a longo prazo, livre de pressões políticas, então sim, nunca recusamos. Estamos prontos para trabalhar também com os europeus. Mas precisamos de alguns sinais deles de que estão prontos e dispostos a trabalhar conosco e a garantir essa sustentabilidade e estabilidade", disse.
(Com Agência Estado)
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