A reunião está marcada para as 18h, no horário de Brasília. O encontro foi um pedido da França, do Bahrein e do próprio Irã.
O ataque deste sábado ocorreu após diversas ameaças de Donald Trump. O presidente dos EUA diz enxergar a ação como uma oportunidade para mudar o regime em Teerã.
É a segunda vez em menos de um ano que as forças armadas dos EUA atacam o Irã. Em junho passado, as forças americanas bombardearam três instalações nucleares no país. Desta vez, autoridades americanas afirmaram que esperavam um ataque muito mais extenso.
O Irã revidou disparando uma série de mísseis e drones contra Israel, além de lançar ataques contra bases militares americanas na região, incluindo a Base Aérea de Al Udeid, no Catar, a Base Aérea de Ali Al Salem, no Kuwait, a Base Aérea de Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos, e o quartel-general da Quinta Frota dos EUA, no Bahrein.
O governo brasileiro divulgou uma nota condenando os ataques e defendendo uma negociação entre as partes envolvidas no conflito. Na nota, o Itamaraty pede aos envolvidos que respeitem o direito internacional e "exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil".
(Com Agência Estado)
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