Inicialmente, o plano era o grupo ficar ao menos seis meses fora dos holofotes para aliviar qualquer possível dano psicológico, mas o governo da Tailândia, ansioso por compartilhar a glória das crianças, os colocou para dar entrevistas e fazer aparições públicas.
Além das aparições, são negociados possíveis contratos para a realização de um filme sobre a tragédia por qual passaram. (AP)
(Com Agência Estado)
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