Mais cedo, novos ataques atingiram o Irã e o Líbano, no sétimo dia de confrontos, com Israel afirmando que pretendia intensificar a ofensiva. Em resposta, Teerã declarou ter atingido alvos em Tel-Aviv.
Israel também lançou ataques aéreos contra diversas cidades no sul do Líbano. "Aviões de guerra inimigos realizaram bombardeios noturnos nas cidades de Srifa, Aita al-Shaab, Touline, Sawana e Majdal Selm", segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA).
As forças de Israel também afirmaram ter concluído uma onda de ataques aéreos em grande escala em Dahiyeh, área densamente povoada no sul de Beirute, considerada um reduto do Hezbollah. Segundo os militares israelenses, os bombardeios atingiram dez edifícios e vários centros de comando utilizados pelo grupo. Outro ataque teve como alvo a cidade de Dours, no leste do país.
Em Teerã, ao menos seis grandes explosões foram ouvidas nas áreas central e leste da capital iraniana. Uma clínica médica, um posto de gasolina, um estacionamento e dois prédios residenciais foram destruídos após os ataques atingirem diversos bairros residenciais, segundo a televisão estatal.
Escola
Segundo o New York Times, imagens de satélite, análises de especialistas, um funcionário americano e informações públicas divulgadas pelos exércitos dos EUA e de Israel sugerem que uma explosão que matou dezenas de estudantes iranianas em uma escola, no sábado, 28, foi provavelmente causada por ataques aéreos americanos que também atingiram um complexo adjacente associado à Guarda Revolucionária do Irã.
O ataque de sábado passado, que teve o maior número de mortes de civis relatadas desde o início da guerra, foi alvo de críticas veementes da ONU e de observadores de direitos humanos, que disseram suspeitar de crime de guerra.
Mais de 180 pessoas foram mortas, 168 crianças e 14 professores, na explosão do prédio, durante o horário de aulas, na Escola Primária Shajareh Tayyebeh, de acordo com a mídia estatal iraniana. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)
(Com Agência Estado)
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