A ação ocorre enquanto os países do Golfo Pérsico têm exportações de petróleo estranguladas pela guerra no Irã, buscando alternativas duradouras para os bloqueios no Estreito de Ormuz.
A iniciativa foi bem recebida pelo governo Trump. Em nota, o Departamento de Estado americano afirmou acolher o envolvimento de um consórcio internacional liderado pelos EUA para executar os aspectos técnicos e financeiros do projeto. Após a reabilitação, o oleoduto terá uma capacidade inicial de transporte de 2 milhões de barris por dia de petróleo bruto, segundo a pasta.
"O compromisso de ambos os países de trabalhar para reabilitar e operar o oleoduto, criar um quadro legal e se engajar construtivamente com o consórcio promove segurança e a estabilidade por meio da prosperidade, possibilitada pela visão e liderança do Presidente Donald J. Trump", acrescentou a nota.
(Com Agência Estado)
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