Segundo Pezeshkian, mirar pacientes e crianças "viola flagrantemente" princípios humanitários. "O mundo deve condenar isso", escreveu. O presidente acrescentou: "Estou ao lado da minha nação enlutada. O Irã não permanecerá em silêncio nem cederá a esses crimes."
As declarações ocorrem após a evacuação do hospital Ghandi, em Teerã, depois que bombardeios de uma operação conjunta entre EUA e Israel atingiram um transmissor de sinais da televisão estatal iraniana e partes de um prédio da emissora, nas proximidades da unidade de saúde. A agência semioficial Tasnim divulgou vídeos mostrando vidros estilhaçados no hospital, destroços espalhados pela rua e edifícios danificados. O Ministério da Saúde informou que equipes de emergência retiraram pacientes do local.
Um grupo de ativistas de direitos humanos citou ainda o Ministério da Educação ao afirmar que 171 estudantes morreram nas últimas 48 horas. O ataque mais letal teria atingido a escola primária feminina Shajareh Tayebeh, em Minab, onde 168 alunas morreram e 95 ficaram feridas.
*Com informações da Associated Press.
(Com Agência Estado)
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