"Quando um 'valentão' declara que todo banco, empresa, porto e governo deve escolher entre obedecer aos caprichos de Washington ou enfrentar a vingança americana, isso já não é apenas sobre o Irã", escreveu Baghaei no X, citando como exemplo a recente disputa comercial entre EUA e Canadá.
As críticas do porta-voz iraniano se aliam às declarações do vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, que afirmou hoje aos mediadores nas negociações com os EUA que os americanos precisam corrigir seus erros e voltar a cumprir seus compromissos se quiserem a reabertura do Estreito de Ormuz.
Segundo Gharibabadi, o acordo anunciado entre Irã e Omã nesta terça-feira "não significa abrir o Estreito de Ormuz". No momento, os países acordaram em um corredor temporário e pretendem estabelecer uma rota permanente em Ormuz em 60 dias, segundo a agência Tasnim.
(Com Agência Estado)
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