Apesar da imposição de extensas sanções e ações militares diretas contra o Irã, o país só se fortaleceu, com a taxa de alfabetização triplicando, as tecnologias avançando, os serviços de saúde se expandindo e a infraestrutura se consolidando, disse Pezeshkian, instando o público a ignorar a "propaganda da mídia" de Washington.
Qualquer caracterização do Irã como uma ameaça não condiz com a realidade histórica nem com a atual, e serve apenas para que outros países justifiquem a pressão, mantenham a superioridade militar e controlem mercados estratégicos, escreveu Pezeshkian.
O Irã não nutre inimizades com os povos de outras nações, incluindo os dos países do Golfo, dos EUA e da Europa, afirmou. O fortalecimento militar e as operações do Irã foram "apenas reação e defesa" contra a agressão dos EUA e o aumento da presença militar americana na região, segundo a mensagem.
Pezeshkian apresentou a história da relação EUA-Irã como um período de paz até 1953, quando a intervenção americana "interrompeu o processo democrático, restaurou a ditadura e gerou desconfiança na mente dos iranianos em relação às políticas americanas".
Ainda hoje, o novo aiatolá Mojtaba Khamenei, escreveu uma mensagem em sua conta na rede social X. "Agora que o cruel e implacável inimigo americano e sionista não conhece limites humanos, morais ou vitais em sua crueldade, tendo inclusive atacado e danificado os espaços naturais e ambientais de nossa amada pátria, qualquer movimento em direção à expansão da prosperidade e à construção de um futuro brilhante para o Irã é uma ação valiosa e necessária", publicou.
(Com Agência Estado)
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