Hichilema obteve cerca de 60% dos votos para presidente no país do sul da África, que tem realizado eleições em grande parte pacíficas desde que voltou à democracia multipartidária em 1991.
O principal rival de Hichilema, o líder da oposição Brian Mundubile, recebeu cerca de 38% dos votos, segundo a comissão eleitoral.
Com 22 milhões de habitantes, a Zâmbia é um dos principais produtores de cobre do mundo e tem atraído investimento chinês devido às suas reservas desse mineral crítico.
Também tem atraído o interesse dos Estados Unidos, sob um plano do governo Trump para ampliar o acesso dos EUA ao cobre e a outros minerais críticos usados em novas tecnologias e em sistemas de energia renovável.
Os resultados divulgados no início desta terça-feira vieram após dias de tensões elevadas desde a eleição da última quinta-feira.
A comissão eleitoral suspendeu a contagem dos votos por horas na sexta-feira, citando ataques a alguns mesários e o que chamou de roubo de algumas urnas.
A comissão não informou quem poderia ser responsável pela suposta violência e pelos furtos, mas a suspensão levou ao envio do Exército para partes da capital, Lusaca - um desdobramento incomum para uma das democracias mais estáveis da África. Fonte: Associated Press
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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