"O sistema bancário paralelo do Irã serve como um recurso financeiro crítico para suas forças armadas ... fundos ilícitos canalizados através desta rede apoiam as operações terroristas em curso do regime, representando uma ameaça direta aos EUA, aos aliados regionais e à economia global", afirmou o Secretário do Tesouro, Scott Bessent. "As instituições financeiras estão avisadas: qualquer instituição que facilite ou se envolva com estas redes corre o risco de sofrer graves consequências".
A rede bancária permitiria que o Teerã tivesse acesso ao sistema financeiro internacional para receber pagamentos por vendas de petróleo e compras de armamentos, por exemplo. Segundo o comunicado, estão sendo sancionadas companhias privadas conhecidas como "rahbars", que administram empresas de fachadas usadas para auxiliar instituições financeiras já sancionadas anteriormente.
O OFAC faz um alerta, ainda, sobre a "significativa exposição a sanções" relacionadas ao pagamento de pedágios ao Governo do Irã ou à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) para a passagem pelo Estreito de Ormuz.
(Com Agência Estado)
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