O administrador da FAA, Bryan Bedford, afirmou que a decisão é "extraordinária" e visa garantir a segurança antes que o problema se agrave. Os controladores estão trabalhando sem pagamento desde o início da paralisação, no dia 1º de outubro, com jornadas de seis dias por semana e horas extras obrigatórias.
O órgão não divulgou quais aeroportos serão afetados, mas as restrições devem permanecer enquanto durar o impasse. Segundo a consultoria Cirium, a medida pode afetar até 1,8 mil voos e cerca de 268 mil assentos por dia. As companhias United, American e Southwest informaram que tentarão minimizar o impacto sobre os passageiros e oferecerão reembolso a quem preferir cancelar a viagem. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast
(Com Agência Estado)
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