"Devemos cooperar em nível internacional para avançar nesse aspecto para sermos menos dependentes com os solavancos geopolíticos", afirmou. Ele classificou a energia nuclear como "fundamental" para conciliar a independência, soberania energética, descarbonização, neutralidade de carbono até 2050 e aumento da competitividade europeia, com consequências sobre a criação de emprego na economia.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, presente no evento, alertou que os preços da eletricidade na Europa são "estruturalmente muito altos" e que isso é uma questão de importância "extrema".
"Eletricidade acessível não é apenas importante para o custo de vida dos europeus, mas ela é igualmente decisiva para a nossa competitividade industrial", ponderou.
Ainda em relação à energia, Von der Leyen relembrou que a Europa não é produtora de petróleo nem de gás e, no que diz respeito aos combustíveis fósseis, o continente é "completamente dependente" de importações classificadas por ela como "caras e voláteis". "Isso nos coloca em desvantagem estrutural em relação a outras regiões. A atual crise no Oriente Médio serve como um forte lembrete das vulnerabilidades que isso acarreta", detalhou.
Na contramão, ela ressaltou a posse europeia de fontes de energia de baixo carbono produzidas internamente, como a nuclear e as renováveis. Segundo ela, elas podem se tornar garantidoras conjuntas da independência, da segurança do abastecimento e da competitividade.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.


