Segundo Clinton, pessoas que exerciam o direito constitucional de observar e documentar ações policiais foram "presas, espancadas e atingidas por gás lacrimogêneo". Ele citou ainda as mortes de Renee Good e Alex Pretti, baleados por agentes federais em Minneapolis, afirmando que os episódios "deveriam ter sido evitados". Para o democrata, autoridades "mentiram repetidamente" sobre o que ocorreu e adotaram táticas cada vez mais agressivas, inclusive dificultando investigações locais.
Clinton afirmou que o país vive um momento decisivo e alertou que a perda de liberdades após 250 anos pode ser irreversível. "Cabe a todos que acreditam na promessa da democracia americana se levantar, falar e mostrar que a nação ainda pertence ao 'Nós o Povo'", declarou.
As críticas se somam a manifestações de outros líderes democratas. Anteriormente, Barack e Michelle Obama condenaram as mortes em Minneapolis e disseram que o governo Donald Trump parece "ansioso para escalar a situação", apontando que versões oficiais sobre os casos contradizem evidências em vídeo. No Congresso, o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, afirmou que democratas podem bloquear o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), elevando o risco de um novo shutdown a partir de 31 de janeiro.
Trump, por sua vez, responsabilizou governos estaduais e municipais democratas pelo que chamou de "caos", acusando-os de não cooperarem com o ICE e defendendo a atuação dos agentes federais.
(Com Agência Estado)
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