Na terça-feira, 9, o ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Faisal bin Farhan, disse que o país não hesitaria em se defender contra quaisquer ataques, enfatizando que usaria todos os meios disponíveis para proteger os seus interesses, mantendo ao mesmo tempo a porta aberta para soluções diplomáticas no trato com os Houthis. Ele afirmou que a Arábia Saudita "não hesitará em apoiar o que serve os interesses do Iêmen e da região", enfatizando que usaria todos os meios disponíveis para proteger os seus interesses e defender-se contra ataques.
Ele afirmou que o governo do Iêmen reconhecido internacionalmente havia proporcionado uma oportunidade para negociações responsáveis com os houthis, mas que a milícia preferiu priorizar seus próprios interesses restritos em detrimento dos interesses do Iêmen e de seu povo, segundo o Al Arabiya.
Por parte do governo apoiado por Riad, o ministro da Defesa do Iêmen, Taher al-Aqili, afirmou que as forças armadas continuarão a cumprir seus deveres nacionais para restaurar as instituições do Estado e pôr fim ao golpe, elogiando "o elevado moral e as vitórias alcançadas pelos heróis" em diversas frentes de batalha.
A emissora Al Masirah, controlada pelos Houthis, citando o Ministério da Saúde do grupo, informou que pelo menos 21 pessoas morreram em ataques sauditas à província de Al Jawf, no Iêmen, nos últimos dois dias. A Arábia Saudita não anunciou nem confirmou a realização de ataques na região.
(Com Agência Estado)
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