"O Brasil tem pressa de se tornar uma nação desenvolvida e socialmente justa. Adotamos um modelo econômico que se assenta na distribuição de renda, na geração de empregos e na valorização do salário. Apostamos na melhoria da produtividade, na ampliação do crédito e na construção de uma rede robusta de proteção social. O Brasil voltou a crescer de modo sustentado", afirmou.
O presidente repetiu seu mantra de que "é possível colocar o pobre no Orçamento e fazer os ricos pagarem sua parte". Disse que há "anseio por mudanças" no mundo todo, mas que "mudar não é retroceder e subtrair direitos".
"Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são alvo de ataques de forças reacionárias, que desejam naturalizar injustiças. A desigualdade e o subdesenvolvimento resultam de escolhas políticas. É possível colocar o pobre no orçamento e fazer os ricos pagarem a sua parte. É necessário cortar privilégios e investir em educação e saúde gratuitas e de qualidade. Existe, em todo o mundo, um anseio legítimo por mudanças. Mas mudar não é retroceder. Não é subtrair direitos. Não é reeditar teorias de supremacia racial ou de submissão feminina. Não é recolonizar o Sul Global", disse.
(Com Agência Estado)
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