Na Romênia, militares utilizaram nesta segunda-feira 180 quilos de explosivos para remover rochas próximas ao Canal Bala, redirecionando parte da água para o canal principal do Danúbio e aumentando o fluxo em direção à usina nuclear estatal de Cernavoda.
A vazão do rio no país caiu para 1.500 metros cúbicos por segundo, menos de um terço da média registrada em julho. As autoridades já desligaram um dos reatores da usina, que opera com cerca de metade de sua capacidade normal.
O primeiro-ministro interino da Romênia, Ilie Bolojan, decretou estado nacional de alerta no setor de energia na sexta-feira e advertiu que o baixo nível do Danúbio ameaça também o funcionamento do segundo reator de Cernavoda. Ele pediu que a população reduzisse voluntariamente o consumo de eletricidade nos horários de pico.
Na Sérvia, o nível recorde de baixa do Danúbio reduziu a operação da principal usina hidrelétrica do país para apenas 20% de sua capacidade. A situação levou o primeiro-ministro Djuro Macut a convocar uma reunião de emergência sobre o setor energético.
O nível recorde de baixa do Danúbio levou a única usina nuclear da Hungria, a central de Paks, construída pela antiga União Soviética e equipada com quatro reatores, à iminência de interromper totalmente suas operações pela primeira vez em seus 44 anos de funcionamento.
A usina, que utiliza água do Danúbio para resfriar seus reatores, produzia apenas 240 megawatts nesta segunda-feira, ante os cerca de 2.000 megawatts habituais. Fonte:
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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