Segundo o governador, os recrutas tinham entre 18 e 20 anos, e alguns permaneciam desaparecidos após o bombardeio com mísseis balísticos contra o campo de al-Alam, na segunda-feira.
Os militares estavam em formação para um treinamento quando foram atingidos. A unidade preparava jovens para atuar na segurança da província, e não em operações de combate. "Isso não tinha nada a ver com as linhas de frente", afirmou Ibn al-Wazir.
O governo de Shabwa informou que três mísseis balísticos atingiram a instalação. Os Houthis, apoiados pelo Irã, reivindicaram o ataque e disseram ter causado dezenas de vítimas, sem detalhar os números. Segundo outro funcionário do governo, parte dos feridos foi transferida em estado crítico para hospitais de outras províncias.
O episódio ocorre em meio à intensificação do conflito desde julho, quando forças do governo reconhecido internacionalmente e da coalizão liderada pela Arábia Saudita bombardearam o aeroporto de Sanaa, controlado pelos Houthis, rompendo a trégua de 2022.
Nesta terça-feira, a Arábia Saudita informou ter interceptado um míssil balístico lançado pelo grupo após um alerta e uma explosão ouvida na região de Riad, perto do Aeroporto Internacional Rei Khalid.
A guerra civil no Iêmen começou em 2014, quando os Houthis tomaram Sanaa e obrigaram o governo a deixar a capital. A coalizão saudita interveio em 2015. Desde então, o conflito deixou mais de 150 mil mortos e provocou uma das piores crises humanitárias do mundo. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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