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Arábia Saudita diz ter interceptado mísseis; destroços atingiram a Saudi Aramco

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A Arábia Saudita informou ter interceptado hoje mísseis que tinham como alvo a capital do reino e outras regiões; a queda de destroços danificou um prédio pertencente à gigante estatal de petróleo Aramco, no distrito financeiro de Riad.

O porta-voz militar dos Houthis, brigadeiro-general Yahya Saree, confirmou em um comunicado que a ação do grupo no distrito financeiro de Riad foi uma resposta aos ataques de sábado a uma vila perto da capital do Iêmen, Sanaa, e a um ataque a um mercado no sudoeste do país no dia anterior, que, de acordo com ele, deixou dezenas de mortos e feridos e foi atribuído à Arábia Saudita.

Em Riad, testemunhas relataram ter ouvido uma forte explosão na manhã de domingo e descreveram danos em vários andares de um prédio da Aramco no Distrito Financeiro Rei Abdullah, na capital saudita. Alguns andares, segundo os relatos apurados pela Associated Press, pareciam ter sofrido danos consideráveis. As testemunhas falaram sob condição de anonimato por questões de segurança.

Já os Emirados Árabes Unidos comunicaram o resgate de 22 tripulantes após um incêndio a bordo de um navio de carga no Mar de Omã, em um cenário em que os riscos para a navegação comercial na região permanecem elevados. A Guarda Nacional dos Emirados Árabes Unidos afirmou ter resgatado os 22 tripulantes após um incêndio em um navio cargueiro no Mar de Omã. Em comunicado, a corporação informou que os tripulantes, "todos de nacionalidade árabe", estavam em condição estável após receberem os primeiros socorros depois do resgate. A Guarda Nacional não divulgou o nome da embarcação nem detalhou a causa do incêndio.

Ontem, forças americanas imobilizaram um navio cargueiro com bandeira de São Cristóvão no Golfo de Omã, sob a alegação de que a embarcação tentou romper o bloqueio naval dos Estados Unidos ao Irã. Em comunicado, as Forças Armadas do Irã informaram, no fim da noite de sábado, que dois petroleiros atingiram minas na região do Estreito de Ormuz, rota considerada crucial para o transporte global de petróleo, e pegaram fogo. O Irã não informou as bandeiras nem os destinos das embarcações.

*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.

(Com Agência Estado)

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