Amorim afirmou que não houve uma definição sobre se o Brasil irá apoiar algum dos outros candidatos para ocupar o mais alto cargo da diplomacia internacional depois da renúncia, no sábado, da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet. O mandato do atual secretário-geral António Guterres acaba no fim de dezembro. "Apoiamos a presidente Bachelet. Ela retirou a candidatura", afirmou, lembrando que o Brasil não vota nesse processo seletivo.
Pai para filho
Amorim participou da agenda do presidente Lula nesta manhã na residência oficial do embaixador Sérgio França Danese, representante permanente do Brasil junto à ONU, onde está hospedado. Ele classificou a reunião de Lula com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, como uma conversa entre pai e filho. "Nas minhas palavras, foi uma conversa como de pai para filho. Conversar com uma pessoa jovem governando uma das cidades mais importantes do mundo e dando a visão dele de nunca esquecer o que prometeu e trabalhar sempre em favor do povo pobre, contra qualquer tipo de discriminação de gênero, de raça no combate à desigualdade".
(Com Agência Estado)
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