Segunda-feira, 23 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Justiça Segunda-feira, 23 de Março de 2026, 09:18 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 23 de Março de 2026, 09h:18 - A | A

ESTAVAM BÊBADOS

Pais vão a júri por morte de bebê com traumatismo craniano em Barra do Bugres

Denúncia aponta traumatismo craniano, omissão de cuidados e tentativa de alterar cena do crime; julgamento ocorre nesta terça (24)

DA REDAÇÃO

O Tribunal do Júri da Comarca de Barra do Bugres (166 km de Cuiabá) julgará nesta terça (24), os pais do bebê A.M.C.S., que tinha um mês e nove dias de idade quando morreu. A sessão será conduzida pelo juiz Lawrence Pereira Midon, da Terceira Vara Criminal, e integra a pauta do Programa Mais Júri, da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime ocorreu na manhã de 2 de janeiro de 2021 na residência do casal. De acordo com o inquérito policial, a criança foi encontrada já sem vida, com sinais de sangramento no nariz e na boca. Laudo de necrópsia apontou que o bebê sofreu traumatismo craniano, seguido de hemorragia e convulsão, sendo essas lesões a causa da morte.

Os pais da vítima, Talita Canavarros Soares e Francinaldo José de Araújo Silva, são acusados de terem causado as lesões na criança. Ainda conforme a denúncia, ambos teriam ingerido bebida alcoólica por várias horas no dia dos fatos e, posteriormente, deixado de prestar os cuidados necessários ao bebê. Há indícios de que, após a lesão, a criança foi deixada sobre a cama enquanto os acusados dormiam, o que teria contribuído para o agravamento do quadro clínico e para a morte.

A investigação também aponta tentativa de adulteração da cena do crime. Perícia realizada no local identificou vestígios de sangue na varanda da residência, além de marcas em roupas e objetos que não correspondiam à posição em que o corpo foi encontrado. Para a acusação, os denunciados teriam modificado o ambiente com o objetivo de induzir peritos e policiais a erro, simulando uma situação diferente da real.

Os acusados vão a julgamento pelos crimes de homicídio qualificado, por meio que dificultou a defesa da vítima, e fraude processual. Durante a sessão, serão ouvidas testemunhas, apresentadas provas e realizados os debates entre acusação e defesa. A decisão caberá ao Conselho de Sentença, que poderá condenar ou absolver os réus.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros