Segunda-feira, 23 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Justiça Segunda-feira, 23 de Março de 2026, 09:33 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 23 de Março de 2026, 09h:33 - A | A

NO PANTANAL

MPF cobra estudo e consulta prévia sobre PCH em terra indígena Bororo

Procedimento acompanha estudo obrigatório e consulta prévia na Terra Indígena Tereza Cristina após indícios de impactos no Rio São Lourenço

ANDRÉ ALVES
Da Redação

A procuradora da República Vanessa Cristhina Marconi Zago Ribeiro Scarmagnani, do Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento administrativo para acompanhar a elaboração do Estudo do Componente Indígena (ECI) da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Sete Quedas Altas e monitorar a realização da consulta prévia à comunidade indígena Boe Bororo, da Terra Indígena Tereza Cristina, que fica no Pantanal mato-grossense. A medida foi publicada nesta segunda-feira (23).

Segundo o MPF, a decisão ocorre após o encerramento da fase investigativa de um inquérito civil que apurou impactos ambientais e culturais causados pelo empreendimento hidrelétrico no Rio São Lourenço, relatados pela comunidade indígena da aldeia Córrego Grande, em Santo Antônio do Leverger.

Durante a investigação, foi constatado que a T.I. Tereza Cristina está integralmente inserida na área de influência da usina, o que obriga o cumprimento de medidas legais específicas, como a elaboração do Estudo do Componente Indígena e a realização de consulta livre, prévia e informada.

O MPF apontou ainda que, apesar da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) já ter emitido o Termo de Referência com diretrizes para os estudos, a empresa responsável pelo empreendimento, Ibó Energética S.A., ainda não apresentou o plano de trabalho necessário, o que mantém pendente a escuta formal da comunidade indígena.

Com a instauração do procedimento administrativo, o Ministério Público passa a atuar no monitoramento do cumprimento dessas obrigações legais, com foco na proteção dos direitos da população indígena e na fiscalização das políticas públicas relacionadas ao licenciamento ambiental.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros