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Justiça Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2026, 10:53 - A | A

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2026, 10h:53 - A | A

REMÉDIO AMARGO

Condenação dos assassinos de Raquel é “alento”, diz Gilberto Cattani

Deputado afirma que a decisão traz algum conforto à família após julgamento de 16 horas que condenou Romero e Rodrigo Mengarde ao máximo previsto em lei.

ANDRÉ ALVES
Da Redação

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL), classificou a condenação dos assassinos de sua filha, Raquel, como como um “alento” para a família. Em declaração após o julgamento, ele afirmou que a condenação traz algum conforto, embora não repare a perda irreparável.

“A gente já tinha uma certa certeza de que seriam condenados. As limitações de condenação, no nosso entendimento, ainda são fracas no nosso país, mas é uma sensação de que vão pelo menos pagar um pouco daquilo que fizeram de mal à sociedade, principalmente à nossa família”, disse o parlamentar.

O julgamento começou às 8h desta quinta-feira (22) em Nova Mutum (241 km de Cuiabá) e se estendeu por aproximadamente 16 horas. O Conselho de Sentença decidiu pela condenação do ex-marido de Raquel, Romero Xavier Mengarde e o irmão dele Rodrigo pelo feminicídio ocorrido em julho de 2024. As penas aplicadas atingiram o limite máximo previsto pela legislação penal brasileira: Rodrigo foi condenado a 33 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio e furto, enquanto Romero, ex-marido da vítima, recebeu 33 anos e 3 meses de reclusão, também em regime fechado.

Cattani destacou que, apesar da decisão, a dor permanece. “É um capítulo da história que se encerra, vem um sentimento de alívio também. Eu não sei se se encerra. Acho que essas coisas não têm como encerrar, não têm como esquecer, não têm como modificar. O que está feito está feito, não tem como voltar atrás. É como um remédio amargo, mas que ameniza.”

Durante o julgamento, Rodrigo, que matou a jovem a facadas a mando do irmão, permaneceu a maior parte do tempo de cabeça baixa, sem olhar para os familiares da vítima. Questionado sobre o comportamento dos réus e o longo período de sessão, o deputado afirmou que o mais importante foi observar o trabalho das instituições envolvidas.

“Para nós foi muito gratificante ver a ação dos agentes envolvidos, tanto do Ministério Público quanto da Defensoria Pública, cada um cumprindo seu papel. Quando digo que a Justiça falha no nosso país, não me refiro ao Judiciário ou aos agentes, mas às legislações. O que mais nos conforta não é ver eles nessa posição, mas ver a Justiça sendo efetivada, como foi aqui”, afirmou.

LEIA MAIS: Tribunal do Júri condena irmãos Romero e Rodrigo Mengarde pelo assassinato de Raquel Cattani

 

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