"Quando você se perde no horizonte, às vezes para se encontrar é difícil. Com tudo que aconteceu, a saída (do técnico Fernando Diniz) e as derrotas, caímos bastante na tabela e demos oportunidade para os outros crescerem", reconheceu. "Mas nós não podemos esquecer que o campeonato é longo, temos 15 pontos para serem disputados", afirmou, crente em ainda incomodar os líderes.
"Tem que pensar logo no próximo jogo, que é importantíssimo. Vamos atrás dos primeiros três pontos (do ano). O São Paulo é forte, capacitado, e precisa de vitórias. Com certeza vou dar o melhor de mim", afirmou.
"Eu, ontem, estava deitado e falei assim: eu estou dirigindo o São Paulo Futebol Clube, um campeão mundial. É uma continuidade muito difícil, mas uma continuidade que me dá muito prazer de estar trabalhando."
Com 40 anos de serviços prestados ao clube, Vizolli está na base do São Paulo desde 2002 e sabe como poucos a trabalhar com os meninos. E se ampara no bom serviço prestado com a garotada para apostar em reta final positiva no clube.
A primeira missão será derrotar o Ceará sem o artilheiro Brenner, que foi negociado com o futebol dos EUA. Ele garante que está apto para fazer o São Paulo despertar da crise, mesmo com o importante desfalque.
(Com Agência Estado)
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