"Para ser sincero, gosto de ver as pessoas se dando bem. Não é legal quando há tensão constante entre as pessoas. Claro que, visto de fora, as pessoas gostam disso, mas, sinceramente, entre as equipes, é melhor quando se tem apenas uma relação amigável. Não é tão emocionante, mas, obviamente, estou gostando bastante de como as coisas estão indo no momento no comportamento de todo mundo", disse ao ser perguntado sobre o ex-chefe de equipe.
Horner foi demitido da Red Bull em 2025, em meio a polêmicas e problemas de relacionamento dentro da escuderia. Entre os principais atritos, estavam os conflitos com o consultor Helmut Marko, que também saiu da equipe, e até com o pai de Verstappen, Jos Verstappen.
Desde sua saída, o britânico segue fora da Fórmula 1, mas seu nome já foi ligado a possíveis projetos na categoria. Horner foi associado à Alpine e a um projeto da montadora chinesa BYD. Mais recentemente, manifestou interesse em assumir o comando da Ferrari, declaração que rendeu uma resposta irônica de Fred Vasseur, atual chefe da equipe italiana.
"Ele mostrou que fez um bom trabalho. Claro, as pessoas espalham muitos boatos e não sei o quanto disso é verdade. Não quero parecer rude, mas também não é problema nem preocupação minha. Ele quer voltar e, se houver uma boa oportunidade, tenho certeza de que ele voltará, mas não sei onde isso vai acontecer", comentou Verstappen.
À frente da Red Bull, Horner comandou pilotos como Sebastian Vettel, Mark Webber, Daniel Ricciardo e o próprio Verstappen em uma das fases mais vitoriosas da equipe. Foram oito títulos de pilotos e seis de construtores durante sua passagem pelo comando da escuderia.
(Com Agência Estado)
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