Flávio iniciou a campanha para o segundo turno como favorito. Lula terminou o primeiro turno com pouco mais de 2,2 milhões de votos atrás de Flávio, uma diferença de 1,87 ponto porcentual.
"O apoio do Republicanos não é um cheque em branco. O voto dá poder, mas também responsabilidade. Se o povo lhe eleger, você vai ter que governar também para quem votou em outro candidato e de quem pensa diferente, independente do credo e da coloração partidária", afirmou o líder do Republicanos.
O deputado afirmou ainda que o PL terá suporte para aprovar as reformas que a campanha promete, mas que, "quando necessário", o partido irá divergir de um eventual governo de Flávio.
"Conte com o Republicanos nas reformas, na responsabilidade fiscal. Mas conta também com a nossa franqueza, porque apoiar não é se calar. Onde o interesse do Brasil pedir, vamos divergir olhando nos seus olhos", disse.
O presidente do Republicanos disse ainda que Flávio terá o compromisso de unir o Brasil. "O segundo turno não pode aprofundar as feridas do primeiro turno. Você terá que reconstruir pontes porque o Brasil está cansado de guerra."
(Com Agência Estado)
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