O questionamento da Conmebol está relacionado ao tempo de experiência de Seedorf como treinador. A entidade exige três anos de trabalho à frente de equipes profissionais para reconhecer a certificação apresentada pelo holandês. A informação foi noticiada inicialmente pelo UOL e confirmada pelo Estadão.
Desde que iniciou a carreira como técnico, em 2014, Seedorf passou por Milan, Shenzhen FC, Deportivo La Coruña e seleção de Camarões, mas acumula por volta de 27 meses de atuação, abaixo dos 36 meses exigidos pela Conmebol para reconhecer a certificação.
Para tentar reverter a decisão, o Corinthians pretende pedir que também seja considerado o período de três anos em que o holandês integrou o Conselho de Supervisão da Federação Holandesa de Futebol, além de sua atuação como professor em cursos de formação de treinadores da Uefa.
Segundo apurou o Estadão, Seedorf vinha trabalhando com uma licença provisória, enquanto aguardava a liberação definitiva da Uefa e da Conmebol. A CBF deve analisar o caso nesta terça-feira, 3, quando a situação do treinador poderá ficar mais clara. Até lá, a presença do holandês à beira do campo no clássico contra o São Paulo, na quarta-feira, segue indefinida.
Depois de anunciado, Seedorf levou um tempo até estrear pelo Corinthians. O treinador não teve o nome publicado no BID e, então, acompanhou da arquibancada da Neo Química Arena o empate com o Vitória pelo Brasileirão.
Desde então, foram dois jogos no comando do time de fato. A estreia foi a derrota para o Vasco por 3 a 2 de virada em São Januário. Depois, Seedorf venceu a primeira, com 2 a 0 sobre o Mirassol na Neo Química Arena.
(Com Agência Estado)
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