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Esportes Terça-feira, 13 de Janeiro de 2026, 11:30 - A | A

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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2026, 11h:30 - A | A

Pizzonia se manifesta após detenção nos EUA e diz que agiu para defender o filho

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Antônio Pizzonia, ex-piloto de Fórmula 1, se pronunciou publicamente após ter sido detido por agressão no último sábado, nos Estados Unidos. Em mensagem publicada nas redes sociais, o brasileiro afirmou que está bem, já se encontra em casa e comentou o episódio que levou à sua detenção no estado do Texas.

"Pessoal, estou bem. Estou em casa", escreveu Pizzonia no início da manifestação. Em seguida, ele reconheceu que houve um episódio envolvendo a confusão, mas afirmou que, com a avaliação posterior dos fatos, teria adotado outra postura. "De fato houve um episódio do qual, hoje, eu teria reagido de forma diferente", declarou.

Segundo o ex-piloto, sua reação ocorreu por acreditar que o filho estava sendo intimidado durante o evento automobilístico. "Entendi naquele momento que meu filho, uma criança, estava sendo coagido por um outro adulto e, instintivamente, o defendi", afirmou Pizzonia, ao explicar o contexto da situação.

O caso aconteceu durante a primeira rodada do USA Winter Series, no Speedsportz Racing Park, em New Caney, no Texas, competição na qual o filho do ex-piloto participava. Pizzonia foi detido sob acusação de "agressão de classe A", tipificação que, segundo a legislação local, se aplica a casos sem uso de armas ou ferimentos graves.

O brasileiro não permaneceu preso e pagou fiança no valor de US$ 750. Desde então, ele já havia sido visto em publicações nas redes sociais em casa, ao lado da família. Na mensagem, o ex-piloto também agradeceu o apoio recebido após a repercussão do caso. "Obrigado a todos pelas mensagens de apoio", concluiu.

Pizzonia teve passagem pela Fórmula 1 em 2003, pela Jaguar, e entre 2004 e 2005 pela Williams, além de carreira no automobilismo nacional após deixar a categoria. O caso segue sob acompanhamento das autoridades locais, e a defesa do ex-piloto ainda não se pronunciou oficialmente.

(Com Agência Estado)

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