"Pessoal, estou bem. Estou em casa", escreveu Pizzonia no início da manifestação. Em seguida, ele reconheceu que houve um episódio envolvendo a confusão, mas afirmou que, com a avaliação posterior dos fatos, teria adotado outra postura. "De fato houve um episódio do qual, hoje, eu teria reagido de forma diferente", declarou.
Segundo o ex-piloto, sua reação ocorreu por acreditar que o filho estava sendo intimidado durante o evento automobilístico. "Entendi naquele momento que meu filho, uma criança, estava sendo coagido por um outro adulto e, instintivamente, o defendi", afirmou Pizzonia, ao explicar o contexto da situação.
O caso aconteceu durante a primeira rodada do USA Winter Series, no Speedsportz Racing Park, em New Caney, no Texas, competição na qual o filho do ex-piloto participava. Pizzonia foi detido sob acusação de "agressão de classe A", tipificação que, segundo a legislação local, se aplica a casos sem uso de armas ou ferimentos graves.
O brasileiro não permaneceu preso e pagou fiança no valor de US$ 750. Desde então, ele já havia sido visto em publicações nas redes sociais em casa, ao lado da família. Na mensagem, o ex-piloto também agradeceu o apoio recebido após a repercussão do caso. "Obrigado a todos pelas mensagens de apoio", concluiu.
Pizzonia teve passagem pela Fórmula 1 em 2003, pela Jaguar, e entre 2004 e 2005 pela Williams, além de carreira no automobilismo nacional após deixar a categoria. O caso segue sob acompanhamento das autoridades locais, e a defesa do ex-piloto ainda não se pronunciou oficialmente.
(Com Agência Estado)
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