O resultado da avaliação será divulgado nos próximos dias. Trata-se da sétima geração de grama sintética, a mais moderna tecnologia de pisos artificiais para a prática esportiva de alto desempenho.
Essa inspeção é feita todo ano, geralmente em fevereiro ou março. É uma exigência da Fifa para liberar jogos em gramados sintéticos em competições internacionais, como a Libertadores e Sul-Americana, ambas organizadas pela Conmebol. O mesmo não acontece de forma tão frequente nos campos naturais.
Na análise, foram verificados fatores como rolagem e quique da bola, absorção de impacto, planicidade e drenagem do gramado, além de tração e resistência.
Iniciada em dezembro, a troca do gramado do Allianz Parque foi um investimento conjunto feito por Palmeiras e WTorre. A obra custou cerca de R$ 11 milhões.
O objetivo, com o novo piso, é ter um gramado melhor do que o anterior, que foi instalado em 2020 e se desgastou com o tempo, embora a última superfície, de origem holandesa, ainda estivesse dentro da garantia de 10 anos. O sistema de drenagem também foi atualizado.
Apesar de não ter partidas no período, o Allianz seguiu recebendo shows durante as obras. O último jogo no estádio foi contra o Fluminense, em 22 de novembro.
(Com Agência Estado)
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