Os promotores investigam acusações de que a Juventus, listada na Bolsa de Valores de Milão, teria obtido lucro por meio de um esquema para recebimento de comissões ilegais de jogadores transferidos e emprestados. Também está sendo apurado se investidores foram enganados com emissões de faturas de transações não existentes para demonstrar receitas, o que seria considerado fraude contábil.
As autoridades estão analisando contratos, transferências e acordos feitos entre o clube e agentes no período de 2018 a 2020. Em comunicado divulgado nesta terça-feira, a Juventus disse estar convencida de que "operou de acordo com as leis e regras que governam as relações financeiras" e que "cumpriu com os "costumes internacionais da indústria do futebol".
Os advogados Maurizio Bellacosa e Davide Sangiorgio, que representam a Juve e o presidente Agnelli, respectivamente, argumentam que as cortes do esporte já livraram o clube das mesmas acusações em outras duas oportunidades e que não há nenhum fato novo desde que tais decisões foram publicadas.
De acordo com as autoridades italianas, as investigações têm como foco a Juventus e mais 15 pessoas. Houve um pedido de prisão domiciliar para Agnelli, mas a possibilidade foi rejeitada em julgamento preliminar.
No mês passado, a Juventus divulgou que teve um prejuízo de 254,3 milhões de euros durante o ano financeiro de 2021/2022, 44,4 milhões de euros a mais do que o saldo negativo registado em 2020/2021 . Foi o quinto ano consecutivo em que o clube registrou prejuízo.
(Com Agência Estado)
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