Mas ele desmentiu estas especulações, em entrevista ao jornal português Record, neste último dia do ano. "Não sou um obcecado com os prêmios individuais. O mais importante é ganhar troféus coletivos e ajudar a equipe. O resto vem de forma natural", declarou o jogador.
"Nem sempre penso em bater recordes, trabalho principalmente para ajudar o clube e estar em meu melhor nível", reforçou o atacante, que liderou o Real Madrid na conquista do tricampeonato da Liga dos Campeões da Europa, em maio. Na janela de transferências do meio de ano, ele foi contratado pela Juventus.
Apesar das boas performances na Liga dos Campeões, Cristiano Ronaldo não conseguiu levar novamente a Bola de Ouro, premiação que já faturou por cinco vezes. Tampouco levou o prêmio de melhor do mundo da Fifa. O volante croata Luka Modric, seu ex-parceiro de Real Madrid, faturou as duas premiações, as maiores do mundo no futebol.
Aos 33 anos, e com um currículo recheado de conquistas individuais e coletivas, Cristiano Ronaldo garantiu que mantém a motivação para buscar novos troféus. E admitiu, na entrevista, que a concorrência é cada vez maior.
"O nível técnico, tático e físico de todas as equipes é cada vez melhor. Cada vez é mais difícil ganhar. Assim, tenho que seguir trabalhando duro para seguir no topo", declarou o português.
(Com Agência Estado)
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