"Lamento a derrota e também por ter abandonado meus companheiros em campo. Mas tenho orgulho da cor da minha pele. De ser francês, senegalês, napolitano: homem", declarou o defensor, em sua conta no Twitter. Koulibaly é nascido na França, mas tem ascendência senegalesa.
Ele foi alvo de gritos racistas desde o primeiro tempo. Torcedores imitavam um macaco toda vez que o defensor tocava na bola. "Pedimos três vezes a suspensão da partida. Houve três anúncios (no sistema de som) no estádio. Mas a partida continuou", reclamou o técnico Carlo Ancelotti em entrevista à TV Sky.
Nervoso, o zagueiro do Napoli foi expulso aos 36 minutos do segundo tempo. No lance, ele fez falta em Politano e recebeu o cartão amarelo. Na sequência, começou a bater palmas para o árbitro, que entendeu o gesto como uma ironia e então mostrou o vermelho direto.
"O jogador (Koulibaly) estava nervoso, seu humor não era o melhor. É um jogador muito correto e muito profissional. Não é algo dele, mas estava agitado, nervoso. Isso não é bom para nós e para o futebol italiano", afirmou Ancelotti.
Nas redes sociais, o zagueiro ganhou o apoio do rival Cristiano Ronaldo, atacante da Juventus. "No mundo e no futebol eu sempre quero educação e respeito. Não ao racismo e a qualquer ofensa e discriminação", registrou o craque português.
(Com Agência Estado)
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