"O futebol é um espetáculo vivo. Sem todos os espectadores, o futebol não é a mesma coisa, mas saúde deve ser prioridade número um e temos que encontrar protocolos que nos permitam voltar. Eu tenho
fé, o futuro é brilhante e o novo normal será melhor. Você tem que encontrar um equilíbrio entre saúde, futebol e todas as considerações comerciais", disse o dirigente.
Infantino encara o retorno do público aos estádios como um dos maiores desafios enfrentados pelo futebol. "Devemos trabalhar juntos na direção certa e encontrar respostas para as questões que surgirem. Todas as nossas competições interessam aos fãs? Existem muitas competições ou não? Quantos jogos um atleta de futebol pode jogar profissionalmente por temporada e o que você precisa para descansar?"
O presidente defendeu o equilíbrio na competitividade internacional e a diminuição das diferenças com o objetivo de que haja "50 países em condições de ganhar a Copa do Mundo e não apenas cinco ou seis; e que 50 clubes que possam ser os melhores do mundo".
"Nossa nova Copa do Mundo de Clubes vai melhorar o futebol. Acreditamos firmemente nisso", disse Infantino, que também destacou a luta contra a corrupção e a manipulação de resultados. "A Fifa está a serviço do futebol", afirmou o suíço, que destacou o fato de a entidade ter ajudado com US$ 1,5 bilhão associações e confederações durante a pandemia. "O dinheiro agora vai para onde deveria ir."
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







