O assunto veio à tona após o presidente do PAOK, Iván Savvidis, ter invadido o campo com uma arma na cintura para protestar contra um gol anulado pela arbitragem no jogo diante do AEK Atenas, no último domingo, pelo Campeonato Grego. As duas equipes brigam diretamente pelas primeiras posições na tabela. A partida, que estava empatada em 0 a 0 no momento do incidente, acabou sendo interrompida.
No dia seguinte, o governo grego suspendeu a liga por tempo indeterminado. "O futebol na Grécia está no limite", declarou Huebel. "Todos amamos o futebol, mas é inaceitável que as pessoas tenham medo de ir ao estádio. Como alguém pode levar seus filhos quando há armas no campo?", questionou o representante da entidade.
Nesta quarta foram iniciados no país europeu processos disciplinares contra o PAOK e seu proprietário. O time corre o risco de perder pontos ou até mesmo ser eliminado do campeonato, enquanto Savvidis, que se desculpou pela conduta, pode levar um gancho de cinco anos.
Além disso, o presidente da Federação Grega de Futebol, Evangelos Grammenos, avisou que representantes da liga nacional terão até o dia 23 de março para fazer uma declaração com medidas contra a violência dentro e fora dos estádios. Com esse plano em mãos, o governo decidirá se vai revogar ou não a suspensão ao campeonato.
A Fifa também será informada em até dez dias por meio de um relatório produzido por Huebel, baseado no que foi discutido durante o encontro em Atenas.
(Com Agência Estado)
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