Por causa do combate no Oriente Médio e da guerra com os norte-americanos, os iranianos foram "recomendados" pelo presidente dos EUA que não estivessem no país da América do Norte para a competição por riscos de vida, apesar de "serem bem-vindos."
"Eu li a notícia de que o enviado de Trump pediu à Fifa. E me parece vergonhoso. Me daria vergonha", disparou o Ministro de Economia da Itália, Giancarlo Giorgetti, em clara declaração de que não é justor tirar quem conseguiu sua vaga por mérito.
Eliminada na decisão da repescagem pela Bósnia & Herzegovina em disputa por pênaltis, a Itália ficará ausente de uma Copa do Mundo pela terceira edição seguida. Como é a melhor seleção ranqueada fora das classificadas, há a manobra para que a tetracampeã mundial substitua o Irã, com seus três jogos agendados para estádios dos Estados Unidos e mesmo com sua presença "garantida" pela Fifa.
"A classificação acontece em campo", reprovou o Ministro de Esportes da Itália, Andrea Abodi, em resposta à LaPresse, dizendo que não é possível a Itália ir ao Mundial desta maneira e definindo a proposta revelada por Zampolli como "inapropriada."
"Confirmo que sugeri a Trump e Infantino que a Itália substitua o Irã na Copa do Mundo. Sou italiano e seria um sonho ver a Azzurra em um torneio sediado nos EUA. Com quatro títulos, eles têm o currículo necessário para justificar a inclusão", disse Zampolli, nascido em Milão, ao Financial Times. Oficialmente, ele é enviado especial do presidente dos Estados Unidos para parcerias globais. Infantino esteve nos Estados Unidos para participar do Semafor World Economy 2026, no último dia 15 de abril.
(Com Agência Estado)
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