No caso da AFA, a entidade máxima do futebol investiga possíveis infrações ligadas a cânticos e gestos discriminatórios, atrasos no início de partidas, descumprimento de protocolos de segurança e de organização dos jogos, além da exibição de mensagens consideradas inadequadas por parte da equipe e de torcedores. O lançamento de objetos nas arquibancadas durante partidas da seleção argentina também faz parte da apuração.
Além do processo contra a federação, a Fifa abriu procedimentos individuais após analisar o relatório elaborado pelo Procurador Disciplinar e de Ética sobre os incidentes ocorridos na decisão do Mundial.
Os argentinos Nahuel Molina, Leandro Paredes e o auxiliar técnico Roberto Ayala responderão por supostas infrações enquadradas como agressão no Código Disciplinar da Fifa. Segundo a entidade, Molina é investigado por dois episódios - um consumado e outro tentado -, enquanto Paredes responde por três ocorrências. Ayala também é alvo de um processo por um suposto ato de agressão contra Dani Olmo.
Outros dois atletas também passaram a ser investigados por possível conduta antidesportiva: o argentino Thiago Almada e o espanhol Pablo Martín Páez Gavira, o Gavi. Nahuel Molina ainda responderá por mais uma acusação relacionada ao mesmo enquadramento disciplinar.
De acordo com a Fifa, todos os envolvidos já foram notificados e terão prazo para apresentar suas defesas. Somente após a análise das manifestações é que o Comitê Disciplinar decidirá sobre eventuais punições. Até lá, a entidade não divulgou previsão para o encerramento dos processos.
(Com Agência Estado)
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