Em carta publicada no seu perfil do Instagram, Casares diz que as acusações as quais responde iniciaram com "versões frágeis" e são tratadas como verdade "mesmo sem apresentação de provas robustas."
A renúncia vem no mesmo dia que a Polícia Civil realizou uma operação de busca e apreensão contra Mara Casares e Douglas Schwartzmann, aliados de Casares que estão licenciados. Eles são suspeitos de um esquema de uso irregular de camarotes no MorumBis.
A exemplo do ex-presidente Carlos Miguel Aidar, Casares renuncia e garante a permanência entre os conselheiros do Consultivo e continua ativo no clube.
Casares, contudo, ainda é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público. Há inquéritos que apuram gestão temerária, desvios dos cofres do clube e uso irregular de camarote no MorumBis.
Na reunião de sexta-feira, o então mandatário são-paulino evitou contato com a imprensa. Ele já estava no clube desde a tarde e foi até o salão da reunião por um caminho interno. Durante o encontro, ele sentou-se apenas com seus advogados, isolado dos demais conselheiros.
O presidente alegou ser vítima de acusações sem provas. Disse que, até então, não teve ampla defesa e relatou ter sofrido ameaças.
Quando foi encerrada a reunião, e iniciou a votação, Casares deixou o salão. Por um caminho interno e novamente sem passar próximo dos jornalistas, ele deixou o MorumBis.
(Com Agência Estado)
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