O primeiro foi Ricardo Rocha, coordenador de futebol do São Paulo. De acordo com o documento, ele foi ao vestiário antes da partida, "com o objetivo de cumprimentar e desejar sucesso para a arbitragem".
O segundo foi Alessandro Nunes, gerente de futebol do Corinthians. De acordo com o árbitro, ele visitou o vestiário após a partida "com o objetivo de pedir desculpas para qualquer ato exagerado que pudesse ter ocorrido". As duas visitas foram autorizadas pelo inspetor da partida.
A visita de Ricardo Rocha foi criticada pela diretoria do Corinthians. "Tinha diretor do São Paulo antes do jogo também. Não sei. Dez minutinhos, mas né, coisa normal", disse o dirigente, o presidente Andrés Sanchez, de forma irônica. Ao fim do jogo, corintianos reclamaram que a arbitragem não marcou pênalti feito por Bruno Peres em Romero, foi rigoroso ao expulsar Araos e não validou gol legal marcado por Danilo, em chute defendido por Jean depois de a bola cruzar a linha.
Raí, diretor-executivo do São Paulo, rebateu a ironia do presidente do Corinthians. "Esse é um jogo de palavras midiáticas do Andrés. O Ricardo Rocha cumprimenta, não só o árbitro, mas os adversários em todos os jogos. Ficou conversando 20 minutos antes do jogo com o próprio Andrés. Contra o Flamengo, conversou com o Dorival. É cordialidade, apenas", disse Raí.
(Com Agência Estado)
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