Nos resultados anuais, a companhia somou R$ 1,979 bilhão em lucro líquido, com queda de 68,9% sobre 2024. O Ebitda ajustado foi de R$ 7,923 bilhões, alta de 26,7% sobre 2024. Já a receita líquida ajustada somou R$ 189,8 bilhões, uma alta de 9,7% sobre o ano anterior.
A companhia avalia que o desempenho refletiu o maior volume comercializado do ano e a continuidade da expansão das margens comerciais, que também atingiram seu patamar mais elevado no período.
O Lucro Bruto Ajustado totalizou R$ 2,9 bilhões, com alta de 35% sobre o quarto trimestre de 2024, com uma Margem Bruta de 5,7%, 0,9 ponto porcentual maior do que um ano antes. "Esse movimento confirma a recomposição gradual das margens iniciada após as perdas com inventários observadas no segundo trimestre de 2025", afirma a gestão.
A empresa entende ainda que o período foi de maior rentabilidade nas operações de Distribuição; expansão da oferta de produtos premium no mix da companhia; e adição do resultado do segmento de Renováveis.
Já as variações do lucro líquido são explicadas, para a empresa, pelos efeitos de um impairment da Comerc e Recuperação Tributária. "O desempenho anual reforça a combinação de crescimento de volumes e evolução de margens, sustentada por disciplina comercial, diversificação do portfólio, eficiência operacional e rigor na alocação de capital", afirma a companhia.
(Com Agência Estado)
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